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sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

De caso com a palavra

No dia 19 de abril, estarei participando do projeto De caso com a Palavras, promovido pela Secretaria de Cultura do Paraná e coordenado pela escritora Cleo Busatto. Momento rico de troca sobre os afetos e os efeitos da literatura, da leitura, em minha vida. Muitos autores e contadores de histórias serão partilha. Gostei demais do tema: afetos e efeitos. Creio que a leitura opera mesmo assim na gente: a partir de gostares (os afetos) e a partir do que acrescenta em nós. Afinal, creio que jamais deixamos de acumular saberes, experiências, sentimentos, após lermos um bom texto literário.

Abaixo o link para quem quiser saber mais sobre:
http://www.cultura.pr.gov.br/modules/conteudo/conteudo.php?conteudo=1181

segunda-feira, 16 de julho de 2012

Meu encontro com Alice

Ah, acho que somos mesmo meio assim: cada um com suas manias, com seus desejos. E, por vezes, a gente nem sabe muito bem explicá-los. Ainda mais quando se referem à nossa história de leitura. Afinal, o que faz com que um ou outro texto nos emocione mais, nos ofereça maior motivo de encantamento, se inscreva em nossa estante como elemento de importância e de retomada sempre? Então, respostas poucas há. E eu, em meu fascínio pelo clássico de Lewis Carrol, vou me tornando colecionador já com mais de 40 versões, edições do texto da menina que mergulhou em que da livre no mundo das Maravilhas.Ah, e qual não foi minha surpresa ao me deparar com a própria, parecendo ser de papel saído das páginas do meu clássico favorito, durante atividades literárias da Escola Primavera, em Nova Hartz. Me encantei e não consegui deixar de registrar o fato.

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

No Espírito Santo



Por vezes, a literatura nos põe na estrada (ou no ar).
Quinta, dia 04, estive em Vila Velha, no Espírito Santo, para conversar com meus leitores do Colégio São José. Momento bacana, descontraído, em que minhas palavras literárias foram ao encontro do coração de um bando de simpáticos adolescentes. A manhã foi de troca a partir da leitura de dois dos meus livros: Meu pai não mora mais aqui e As luas de Vindor (ed. Biruta). À noite, encontro com pais e professores sobre meu livro A formação do leitor literário em casa e na escola.
Entre tantas palavras, falei que, quando resolvi ser escritor, algo que me incomodava era a possibilidade de inexistência: livros publicados e não lidos, personagens mofando nas estantes. Hoje, esse temor não é mais. Sobretudo, quando tenho a oportunidade de perceber como minhas histórias ecoam no dentro de quem as lê.
Assim, só resta agradecer a quem permite que eu exista como escritor.

E, além de encontrar tanta gente bacana, ainda conheci lugares especiais, como o Convento da Penha. Lindo. Do alto, vê-se a cidade. Plena: prédios, carros, praias e pontes.






segunda-feira, 25 de julho de 2011

1ª Feira Literária de São Bernardo


No dia 13, estarei participando da 1ª Feira Literária de São Bernardo do Campo-SP, com convite da FNLIJ. Estar entre leitores é sempre alegria ímpar. Estar entre leitores e livros e escritores é melhor ainda!

sábado, 15 de maio de 2010

Feiras aos montes

Muitas são as feiras, muitos são os eventos literários neste mês que se adianta em sua segunda metade. O que fica, no entanto, é a possibilidade de troca e de semeadura de sonhos e de desejo de leitura que se vai percebendo em muitos corações. Feiras devem ser culminância, momento de festa para aquilo que se construiu anteriormente. Feiras precisam ter um antes, um gênesis, caso contrário serão apenas eventos, nada mais.
Há feiras, e feiras. Nas semanas passadas, estive em Bento Gonçalves, feira que já atingiu a maioridade em sua 25ª edição; feira que desenvolve o projeto A feira vai à escola e em que o escritor é acolhido por seus leitores em seus locais de estudo. Em Bento, estive em quatro escolas. Muitos os carinhos, muitas as atividades, várias as trocas. No final, fica aquele sonho de que alguma palavra dita, alguma palavra lida, possa ter sido semente plantada para, quem sabe um dia, o broto da transformação seja desabrochar.
Ontem também estive em Cachoeirinha, cidade que tem respirado leitura, com seu projeto Livro Lido e seus encontros de formação de professores e de bibliotecários. Sempre é bom respirar palavras. Desta vez, retornei a Cachoeirinha, para participar do II Seminário de contadores de histórias.
Não sou contador profissional, assim apenas falei de minha experiência, memória fixada, retomada, retornada, quando me debrucei sobre a feitura de meu livro A formação do leitor literário em casa e na escola (Biruta). Ao pensar em minha história de leitura, fui percebendo a importância que a brincadeira com as palavras e a contação de histórias feitas por minha mãe tiveram em mim. Adivinhas, parlendas, canções de roda, cantigas de ninar, histórias de assombração, tudo um grande terreno para que o Caio Escritor surgisse. Antes dele, o Caio Leitor.
Sobre isso, foi que falei. Sobre a atração que as histórias têm sobre nós. Qualquer história, em qualquer momento da vida. O resto, diria Shakespeare, é silêncio. Mais nada.

domingo, 9 de maio de 2010

Andanças

Abril e maio têm sido meses de andanças pelo Rio Grande e por caminhos mais além. No final do mês passado, estive em Poços de Caldas, na Flipoços. Não conhecia a cidade e nem a feira, que já anda por seu quinto ano.
Cidade de praças e águas termais, de passeios de charrete em meio a automóveis...
Lá conheci pessoas bacanas, gente que, como eu, curte as palavras, lendo-as ou escrevendo-as ou musicando-as.
Cidade de muitas praças, de montanhas, de estátua do Cristo Redentor...
No centro, bem dentro da Casa de Cultura, espaço para livros e para discussão de ideias. Entre os tantos encontros, momentos de conhecer a poesia e a música do Flávio Brasil, gaúcho de Bagé, já no há muito por Porto e a gente sem se cruzar.
Cidade de queijos, de doce de leite, de beijo de moças (o doce)...
Momento também para trocar ideias com o Scliar, sempre palavra tranquila, sempre presença afetiva, nada da vaidade excessiva que, por vezes, assola os "imortais". Sua palestra foi mergulho em sua trajetória de vida e de escrita, foi partilha.No final, dia bacana, pena tenha sido curto para o tanto que Poços oferece.

quarta-feira, 21 de abril de 2010

Abril de leituras e mais leituras

Esse mês, que é o do livro também, muito tenho me envolvido com atividades de leitura. Estive em Tucunduva, comemorei junto com muitos confrades os três anos da Reinações, com o debate de um livro que valeu pela releitura: O apanhador no campo de centeios, do J.D. Sallinger, iniciei novo grupo de oficina e com o anterior enveredei pelo universo da crônica, o que até rendeu a publicação da crônica Zumbis craquelados, da aluna Greyce Ávila, na Zero Hora. Também ministrarei curso sobre As lendas na sala de aula, no auditório da Livraria Paulinas, no dia 23, além de participar do Seminário: Por que ler os clássicos juvenis?, uma parceria da Reinações com a Biblioteca Lucília Minsen, da CCMQ.
A leitura, o debate, a troca de ideias entre aqueles que escrevem e aqueles que leem têm sido a tônica deste abril que não se despedaça, apesar do tanto que me consome. Um consumir agradável, atiçador, sedutor, envolvente. As palavras virando rede e eu, peixe, no enredar-me, no desejo de fuga, no roçar das águas que convidam à liberdade e ao mesmo tempo exigem o olhar centrado.
Ah, e no final do mês, participo da FLIPOÇOS, a Feira Literária de Poços de Caldas. Primeira experiência por aquelas terras, desejo de descobertas.

domingo, 28 de junho de 2009

Eu na FLIP

De 1º a 5 de julho, em Parati, ocorre a FLIP: Festa Literária Internacional de Paraty, com a presença de muitos autores de peso, gente como Milton Hatoum e Chico Buarque. Entre bate-papos, shows, encontros com leitores, mais uma festa irá se fazendo entre as fronteiras de uma cidade que hoje é referência quando se pensa em Literatura. Serão cinco dias de muitas atividades, diversos autores, muitos falares, tantos livros.

E este ano, estarei participando da FLIPINHA, num bate-papo com a ilustradora Ana Raquel, cujo tema é Leitura e Brincadeira. Sou só expectativa. Quero andar por ruas como as aí abaixo e respirar ares literários.

terça-feira, 9 de junho de 2009

Eu no salão da FNLIJ

Há alguns anos tenho andado pelos corredores do Salão da FNLIJ, que ocorre anualmente no Rio de Janeiro. Momento de encontro com autores, ilustradores, editores, contadores de histórias e, também, com leitores. Palestras, contações de histórias, bate-papos, entrega de premiações. No dia 11, estarei autografando o meu livro Meu pai não mora mais aqui, que recebeu o Selo Altamente Recomendável para Jovens, uma referência bem bacana pra quem escreve para este público. Escrever sempre é possibilidade de encontro com o leitor e, quando o escrever recebe o aval da Fundação, torna-se possibilidade de maiores voos.

sexta-feira, 8 de maio de 2009

Eu na Flipinha/2009

Em julho, acontecerá em Parati/RJ a tradicional Festa Literária. Nos últimos anos, a literatura infanto-juvenil tem recebido espaço de destaque. Este ano, muitos autores e ilustradores estarão debatendo e trocando ideias sobre o universo mágico da escrita feita para crianças e adolescentes. Entre eles, estarei eu lá. Convite que foi aconchego em meu coração. Afinal, foi ao encontro de meu desejo de conhecer a cidade e a festa que, durante alguns dias, vira o coração da leitura no Brasil. Abaixo link para página do manual da Flipinha, com minha apresentação.

www.flipinha.org.br/noticias/mostra.php?id=15 - 7k