O bom de escrever (e publicar) um texto são as manifestações que eles por vezes suscitam. Minha primeira incursão pela narrativa-poética, com o Pedro Noite (Ed. Biruta), vez com que a escritora Alessandra Roscoe deixasse esse post no face para mim. Quero que seja partilha com quem mais andar por aqui.
"Caio, adorei o Pedro Noite! Será a próxima dica de leitura do blog e também do site da Biblioteca Nacional de Brasília. Achei de uma poesia arrebatadora, gostei de tudo, dos versos, da temática, das ilustrações, da textura do papel, dos cheiros, sabores e ritmos de uma África que vive em nós tão pulsante e inspiradora. Parabéns! E saiba que a aprovação foi geral aqui em casa! Meu trio de leitores críticos não anda fácil, aliás, quarteto, pois além das crianças, Orlando, o maridão, entrou na onda há um bom tempo!"
Ah, e em seu blog: http://contoscantoseencantos.blogspot.com, Alessandra deixou comentário como Dica de Leitura.
Valeu, Alessandra, meu carinho!
segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011
quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011
Fragmento Literário 3
De O velho e o mar - Ernest Hemingway - Bertrand Brasil
"A camisa havia sido remendada tantas vezes que mais se assemelhava a uma vela, e os remendos, sob a ação do sol, tinham-se esbatido em diversos tons. A cabeça do velho era muito velha e, com os olhos fechados, não havia vida no seu rosto. Tinha o jornal estendido nos joelhos e o peso do braço impedia que a brisa da tarde o levasse. Estava descalço." (pag.23)
domingo, 6 de fevereiro de 2011
Gente Nova 15: Cristina Desouza
Cristina Desouza é carioca. Mas deixo que ela mesma se apresente: um dia me vi perdida nas noites de Phoenix. Ainda tento me achar até hoje, enquanto me deixo levar pela vida das ruas nesta cidade. Há um deserto a me consolar. Marrom tem vários matizes e estou aprendendo a pintar. Escrevo desde sempre, mas sou médica de profissão. Encontro-me em palavras, só para tornar a me perder nelas...
a fuga passa por mim
a minha espera
cansada me rendo
ouço a música
o vento
e de súbito
só resta
a terra
quarta-feira, 26 de janeiro de 2011
Palavras 29
Retratos de Caio 13
O olhar do leitor sobre o escritor sempre é tentativa, creio, de registro. Gosto quando professores desafiam seus alunos a imaginarem o Caio que irão encontrar. Já me retrataram negro, gordo, de bigode, de olhos de todas as cores, de cabelos compridos, enfim.
Abaixo, segue a visão do Elias, um adolescente que, a partir de um foto minha, me registrou em
grafite.
Abaixo, segue a visão do Elias, um adolescente que, a partir de um foto minha, me registrou em
grafite.
sábado, 22 de janeiro de 2011
Boas Notícias
2011 começa com duas boas notícias. Afinal, pra quem escreve, sempre é bom que seus livros possam estar cada vez mais junto aos leitores. Assim, são vários os projetos do governo que envolvem a aquisição de livros, visando à formação de leitores qualificados. Creio que tais projetos, de certa forma, fazem com que o livro possa virar necessidade vital. Só assim, só os livros se tornando necessários, é que se pode formar leitores críticos, criativos, imaginativos.
Por isso, fico muito feliz em sabeer que dois livros meus foram selecionados por programas de governos que creem que a leitura é gênero de primeira necessidade. Meu livro O outro passo da dança (Artes e Ofícios) foi selecionado para fazer parte do KIT-ESCOLAR de Contagem-SP, e O rapaz que não era de Liverpool (Edições SM)fará parte do programa MINHA BIBLIOTECA, da prefeitura de São Paulo.
Por isso, fico muito feliz em sabeer que dois livros meus foram selecionados por programas de governos que creem que a leitura é gênero de primeira necessidade. Meu livro O outro passo da dança (Artes e Ofícios) foi selecionado para fazer parte do KIT-ESCOLAR de Contagem-SP, e O rapaz que não era de Liverpool (Edições SM)fará parte do programa MINHA BIBLIOTECA, da prefeitura de São Paulo.
E lá se vão meus personagens ao encontro de mais e mais leitores. E que o contato entre eles seja especial e produza bons frutos de leitura.
quarta-feira, 19 de janeiro de 2011
Pedro lendo...
Uma criança mergulhada em palavras é sempre certeza de que a magia do sonho se renova, de que aqueles que apregoam o fim dos livros, das narrativas, das histórias ainda terão muito que esperar. Eu creio nisso. Por isso, posto o mergulho do Pedro em meu livro O reino todo quadrado (Paulinas). Não é cena linda?
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