Bacana quando as histórias escritas pela gente ganham o coração dos leitores, bacana também quando ganham os corações de que estuda a literatura infanto-juvenil. Foi o que ocorreu com o meu livro O Fusquinha cor-de-rosa, que virou dissertação de conclusão de curso da Joanna Caroline Pontes Vilanova, cujo título é A quebra dos padrões impostos nas identidades de gênero na Literatura Infnato-juvenil contemporânea. A seguir, o resumo do projeto:
Resumo:
Este trabalho é composto de uma análise das obras: O fusquinha cor-de-rosa, de Caio Riter; e Menino brinca com Menina?, de Regina Drummond, sob a perspectiva da representação da identidade de gênero na literatura infantil. Para concretizar esse propósito, foi necessário, previamente, um embasamento teórico que expõe como a ideologia age em meios como a cultura, identidade, gênero e na formação do leitor infantil na escola ocultando as múltiplas realidades existentes na sociedade, a fim de constatar com a evolução dos tempos, a desmistificação de padrões de gênero que a sociedade estabelece. A partir da análise das obras selecionadas percebeu-se que a representação da identidade de gênero não tem intenção de determinar papéis inquestionáveis ao ser humano, mas sim desconstruir conceitos estereotipados, permitido que o leitor infantil torne-se, desde cedo, crítico diante da realidade que o cerca. Com essa nova perspectiva que é abordada no trabalho, o leitor criança ampliará sua visão de mundo e terá menos tendência de tornar-se um adulto preconceituoso e discriminador.
Domingo, 12 de Julho de 2009
Domingo, 28 de Junho de 2009
Eu na FLIP
De 1º a 5 de julho, em Parati, ocorre a FLIP: Festa Literária Internacional de Paraty, com a presença de muitos autores de peso, gente como Milton Hatoum e Chico Buarque. Entre bate-papos, shows, encontros com leitores, mais uma festa irá se fazendo entre as fronteiras de uma cidade que hoje é referência quando se pensa em Literatura. Serão cinco dias de muitas atividades, diversos autores, muitos falares, tantos livros.
E este ano, estarei participando da FLIPINHA, num bate-papo com a ilustradora Ana Raquel, cujo tema é Leitura e Brincadeira. Sou só expectativa. Quero andar por ruas como as aí abaixo e respirar ares literários.
E este ano, estarei participando da FLIPINHA, num bate-papo com a ilustradora Ana Raquel, cujo tema é Leitura e Brincadeira. Sou só expectativa. Quero andar por ruas como as aí abaixo e respirar ares literários.
Terça-feira, 9 de Junho de 2009
Eu no salão da FNLIJ
Há alguns anos tenho andado pelos corredores do Salão da FNLIJ, que ocorre anualmente no Rio de Janeiro. Momento de encontro com autores, ilustradores, editores, contadores de histórias e, também, com leitores. Palestras, contações de histórias, bate-papos, entrega de premiações. No dia 11, estarei autografando o meu livro Meu pai não mora mais aqui, que recebeu o Selo Altamente Recomendável para Jovens, uma referência bem bacana pra quem escreve para este público. Escrever sempre é possibilidade de encontro com o leitor e, quando o escrever recebe o aval da Fundação, torna-se possibilidade de maiores voos.
Quinta-feira, 28 de Maio de 2009
Encontro sobre Eduarda
Dia 02 de junho, às 18h, encontro do Casarão Verde, com contação de EDUARDA NA BARRIGA DO DRAGÃO por Raquel Gabrauska. Na ocasião, estarei ministrando oficina sobre este meu livro.
Sessão de afetos
O final de semana foi momento de encontro. Não só meu com meus afetos, amigos queridos que não me desamparam numa sessão de autógrafos, que não me deixam sozinho atrás da mesa. Sessões de autógrafos, alguém já disse, são rituais meio medievais, meio anacrônicos. Pode até ser. Mas também são bons momentos de encontro, para mim pelo menos. Momento de rever amigos, rever carinhos; momento de estender uma história produzida por mim, fantasiada por mim, às mãos de um leitor. Cada vez que um livro brota, cada vez que uma história vira livro, instaura-se a condição necessária para a sua existência. Mas depois desta, carece-se de leitores. De gente que abra aquelas páginas e que aceite o convite.
Sessões de autógrafos sempre são expectativa e medo.
Pois sábado, dia 23 de maio, ocorreu a da coleção Historinhas Bem..., (Escala Educacional) com seus quatro títulos, seus quatro temas. E o receio da solidão foi aos poucos se tornando uma festa de encontro. Muitos amigos, muitos leitores, muitos afetos, e em suas mãos meus mais recentes livros. Um outro sonho realizado de ter produzido uma coleção.
A meu lado, a Márcia Leite, ainda deslumbrada pelo tanto de atividades literárias que o Sul propões. E realiza. Ela mesma demonstrando desejo de aportar por estes pagos. Presença amiga também do Leonardo Chianca, escritor e editor da coleção.
Momento bom. Sempre.
Sessões de autógrafos sempre são expectativa e medo.
Pois sábado, dia 23 de maio, ocorreu a da coleção Historinhas Bem..., (Escala Educacional) com seus quatro títulos, seus quatro temas. E o receio da solidão foi aos poucos se tornando uma festa de encontro. Muitos amigos, muitos leitores, muitos afetos, e em suas mãos meus mais recentes livros. Um outro sonho realizado de ter produzido uma coleção.
A meu lado, a Márcia Leite, ainda deslumbrada pelo tanto de atividades literárias que o Sul propões. E realiza. Ela mesma demonstrando desejo de aportar por estes pagos. Presença amiga também do Leonardo Chianca, escritor e editor da coleção.
Momento bom. Sempre.
Domingo, 17 de Maio de 2009
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