domingo, 16 de janeiro de 2011

Entrevista

Em 2007, a partir da percepção do pouco caso com que muitas vezes a Literatura Infantojuvenil é tratada pela mídia e por muitos promotores de cultura, eu e mais um grupo de amantes da LIJ fundamos a REINAÇÕES: Confraria da Leitura de Textos para Crianças e Adolescentes, que se reúne já há quase quatro anos (estamos semana que vem realizando o 45º encontro) para debater, conversar, falar sobre LIJ. Temos também um blog, onde muitos confrades deixam suas palavras sobre literatura, a fim de que possamos trocar mais e mais ideias, aprofundando ou revendo as que temos.Desta vez, o PALAVRA DE CONFRADE 15 é comigo. Deixei lá algumas impressões minhas sobre a confraria e sobre o fazer literário. Abaixo, a primeira resposta minha à pergunta-padrão da entrevista. Quem quiser ler a entrevista na íntegra, acesse o link: http://confrariareinacoes.blogspot.com/search/label/Palavra%20de%20Confrade

Palavra de Confrade 15:
1. Em que aspectos, na sua opinião, a literatura infantojuvenil reina?

Escrever para crianças e adolescentes é, caso nosso texto vá em direção aos seus corações, certeza de plantar semente em solo fértil. A literatura infantojuvenil, neste sentido, acaba sendo de fundamental importância na construção de pessoas que curtam ler. Assim, é ela que determina os alicerces do leitor, sendo pois senhora absoluta dos caminhos de muita gente que, graças à leitura de um bom texto em sua infância ou em sua adolescência, acabou tornando-se pessoa que não consegue viver apartada das palavras literárias. Há, claro, a necessidade também de não subestimar o leitor: quando a literatura infantojuvenil desperta prazeres estéticos, aí sim, ela reina.

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